Super User

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QUAL A IMPORTÂNCIA DE UM SITE INSTITUCIONAL?

Tenho redes sociais, Facebook e Instagram da minha empresa. Preciso mesmo de um site institucional? Um site que apresente somente meus produtos e serviços, mas que não realiza vendas? Nem é um e-commerce?

Esse questionamento às vezes chega à G3sites, e a resposta costuma ser muito clara: sim! Porém, em alguns casos, esclarecemos aos clientes que, dependendo da proposta do negócio, pode não haver necessidade imediata. Mas em que situações isso se aplica?

Por exemplo: você tem um delivery, uma lanchonete, uma pizzaria, um self-service em um bairro específico e não tem intenção de expandir para além dele, ou mesmo em uma cidade pequena, e seu objetivo é apenas divulgar seus produtos, serviços e promoções para facilitar o acesso ao seu negócio. Nesse caso, pode sim trabalhar apenas com redes sociais. Mas, mesmo assim, algumas questões importantes ficam no ar:

  1. Credibilidade – Um site confere muito mais credibilidade ao seu negócio.

  2. Reforço da marca – A logomarca, a identidade visual e a filosofia da empresa ganham força com um site, especialmente quando ele está padronizado e integrado às redes sociais.

  3. Apresentação profissional – Mesmo com boas fotos e banners nas redes sociais, um site geralmente oferece uma apresentação mais impactante e confiável.

  4. Organização visual – Produtos e serviços, com fotos e vídeos bem distribuídos em uma mesma página, são apresentados de forma mais profissional.

  5. Navegação por categorias – Permitir que o cliente acesse exatamente o que procura de maneira rápida é um diferencial que o site oferece.

  6. Institucionalidade – Páginas como Quem Somos, Missão, Visão e Valores ajudam a transmitir a essência da empresa, podendo incluir fotos, galerias e até um vídeo institucional.

  7. Busca no Google – Quando alguém desconhece sua empresa e a encontra numa busca online, qual você acha que passa mais confiança: uma página no Facebook ou um site completo?

  8. Indicações – Um amigo te indica um salão de beleza ou uma pizzaria. O que te chamaria mais atenção: um perfil de rede social ou um site profissional com todas as informações?

Essas são apenas algumas reflexões importantes. Aí você pode dizer: "Mas eu compro produtos e serviços pelas redes sociais, pelas promoções e praticidade." Claro! Mas pense: você compra de perfis desconhecidos, ou prefere quando alguém indica ou quando há um site profissional por trás?

E quanto ao site, não valeria o mesmo raciocínio? Imagine que ninguém te indicou aquela empresa. Em qual você confiaria mais para deixar seu carro para manutenção, levar sua filha para escolher o vestido de noiva, ou mesmo para jantar?

Não estou desvalorizando produtos ou serviços oferecidos apenas por redes sociais, mas sim ressaltando o valor que você dá à imagem do seu próprio negócio. Se você acha que não precisa de um site profissional, tudo bem. Mas pense como cliente: ao chegar em uma cidade onde não conhece ninguém, você confiaria em uma empresa que só se apresenta pelas redes sociais?

Vejamos de outra forma: se eu tenho uma empresa top, com produtos e serviços de primeira linha e o melhor preço do mercado, por que meu cliente não merece um sistema que apresente tudo isso com o valor que realmente tem?

Resumo da ópera:

O ideal é ter redes sociais padronizadas e integradas a um site, o que melhora seu posicionamento nas buscas do Google e qualifica sua empresa, produtos e serviços como você realmente os enxerga. Redes sociais são ferramentas de divulgação; o site é sua representatividade. Não é à toa que, para vender em grandes marketplaces como Mercado Livre, Shopee ou Americanas, é necessário ter um site que represente sua empresa de forma institucional.

Este conteúdo serve para reflexão: onde você deseja colocar sua empresa, seus produtos e seus serviços? Se quer dar um passo rumo a ser a "Coca-Cola" do seu segmento, é preciso se apresentar à altura. Já ouvimos isso: "Minha empresa é a Coca-Cola dos seguros", mas os serviços eram vendidos apenas pelo Facebook e Instagram. Eu não contratei. E você, contrataria?

Artigo por João Luis Fonseca

Cartões de Visita Fosco. Indicados para quem deseja um cartão mas rústico, como escritórios de divocacia, contabilidade e afins.

PRODUTO NA PROMOÇÃO: CABE TROCA OU DEVOLUÇÃO EM DINHEIRO?

HISTÓRIA BASEADA EM FATOS REAIS

Comprei uma passagem aérea Fortaleza x Rio de Janeiro pela Latam, mas em menos de 24 horas desisti e pedi o ressarcimento, inicialmente utilizando o “DIREITO DE ARREPENDIMENTO”. No site da Latam, assim como em outras companhias aéreas, existe uma taxa que garante a devolução do dinheiro caso você queira desistir do voo, mas eu não optei por essa opção e efetuei a compra sem ela. Eu tinha conhecimento dos meus direitos, adquirido em aulas de Direito do Consumidor na faculdade de Marketing, mesmo não tendo comprado com essa intenção. Entrar com uma ação judicial é sempre desgastante, tanto física quanto emocionalmente, e deve ser a última alternativa.

Entrei em contato com a empresa e o atendente informou que, sem a taxa do “seguro devolução”, eu não poderia sacar o dinheiro, que ficaria retido no sistema da empresa como crédito, podendo ser usado apenas para comprar produtos da Latam. Fui claro sobre meus direitos e pedi o ressarcimento do valor pago, mas o atendente insistiu na mesma posição, então decidi entrar na justiça. Qual foi o resultado? Me ressarciram o valor da passagem e, ainda, me pagaram R$ 1.500,00 em acordo, pois nem insistiram em prosseguir com o processo na audiência de conciliação.

Estou contando isso porque a empresa sabe que a nossa lei está acima das suas regras, e poucos clientes têm conhecimento dos seus direitos. Muitos não dão continuidade a uma ação para reivindicá-los, e a empresa aposta nisso, assumindo que essa pequena perda é compensada pelos lucros que obtêm com as vendas das passagens.

Portanto, pessoal, não tenham receio, medo ou vergonha. Usem seu direito de ser ressarcido pela lei, que garante a devolução do dinheiro em até 7 dias, seja a compra feita em dinheiro, PIX ou cartão parcelado. Estando ou não em promoção, sendo ou não ponta de estoque, é direito de todo consumidor ser ressarcido e em espécie ou cancelamento da compra e, valor retornado na conta (Caso cartão) na próxima fatura.

O Código de Defesa do Consumidor – Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 – é claro:

“Art. 49 – O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. Se o consumidor exercer o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos imediatamente, monetariamente atualizados.”

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/

O Código de Defesa do Consumidor - Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 é claro:

Legislação Presidência da Republica dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Art. 49 da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990: Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente.

Ou ainda: CDC, Art. 49 – O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/

Artigo de João Luis Fonseca.

É LEI — 7 DIAS PARA DEVOLUÇÃO DE QUALQUER PRODUTO, COM REEMBOLSO EM DINHEIRO, SEJA POR BOLETO, PIX OU CARTÃO DE CRÉDITO, em todo o território nacional. Não importa se é um produto em promoção, uma passagem aérea ou um item frágil — nada está acima da lei. Em alguns casos, a nossa legislação funciona, sim.

 O que é o direito de arrependimento?

Segundo o art. 49 do CDC, o consumidor pode desistir da compra no prazo de 7 dias a contar do recebimento do produto ou da assinatura do contrato, sempre que a contratação ocorrer fora do estabelecimento comercial, ou seja, pela internet, telefone, catálogo, etc.

Nesse caso, o consumidor tem direito ao reembolso integral, incluindo o frete, e a devolução do produto deve ser aceita mesmo sem defeito ou uso.

Artigo de João Luis Fonseca.

Vender pelas Redes Sociais ou Ter um Site? O Que Realmente Funciona?

Essa é uma dúvida comum entre empreendedores e profissionais que desejam marcar presença no ambiente digital. Afinal, vale mais a pena investir em redes sociais ou em um site profissional? A resposta ideal é: os dois se complementam. Mas para entender melhor, vamos analisar as diferenças, vantagens e como cada um pode contribuir para o sucesso da sua empresa.

Redes Sociais: Alcance e Relacionamento

As redes sociais são ferramentas poderosas para divulgação, interação com o público e fortalecimento da marca. No entanto, cada plataforma atinge públicos diferentes:

  • Instagram: mais visual, atrai um público jovem;
  • Facebook: popular entre adultos, com foco em conteúdo e comunidades;
  • LinkedIn: voltado para o mercado corporativo e profissional;
  • WhatsApp: cada vez mais usado como canal direto de vendas e atendimento.
  • Youtube: Com os vídeos, é mais fácil de apresentar o seu produto ou serviço. É uma estratégia de marketing de conteúdo que permite que você faça demonstrações e transmita uma mensagem mais direta e próxima do seu potencial cliente. Você também consegue produzir conteúdos mais longos e aprofundados sobre determinado tema. E além disso, devido a pertencer ao Google, ajuda sua empresa a subir na pesquisa.

 

Apesar da popularidade, vender exclusivamente por redes sociais pode limitar seu alcance e dificultar a construção de uma imagem sólida, especialmente para públicos fora da sua cidade ou região.

Site Institucional: Credibilidade e Presença Profissional

Ter um site institucional é uma forma de mostrar que sua empresa é séria, organizada e confiável. Ele permite apresentar seus produtos e serviços de forma clara, com estrutura profissional, categorias bem definidas e informações completas.

Além disso, um site tem alcance ilimitado: ele pode ser encontrado por qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, principalmente por meio de mecanismos de busca como o Google.

E-commerce: Automação, Vendas e Logística Eficiente

Um e-commerce é mais do que um site: é uma loja virtual com estrutura de vendas automatizada. Ele oferece:

  • Carrinho de compras;
  • Múltiplas formas de pagamento (cartão, boleto, Pix);
  • Integração com sistemas de envio (Correios, transportadoras, Mercado Envios);
  • Possibilidade de emissão de nota fiscal e integração com sistemas de gestão (como o Bling);
  • Controle de estoque automatizado.
  • Etc...

Tudo isso torna o processo de compra mais profissional e confiável — tanto para quem vende quanto para quem compra.

Redes Sociais vs. Site: Em Qual Você Compraria?

Pense no seguinte: você busca um produto no Google e encontra duas opções — uma em um site e outra em uma página do Facebook. De qual você compraria? Se você respondeu "do site", não está sozinho. A maioria das pessoas se sente mais segura comprando de um site com aparência profissional e processo de compra estruturado.

O Ideal: Integração entre Redes Sociais e Site

O melhor cenário é quando as redes sociais trabalham em conjunto com o site. Você pode usar o Instagram, Facebook, YouTube e WhatsApp para divulgar sua marca e atrair clientes — e direcioná-los para o site, onde ocorre a venda de forma segura e eficiente.

O Que Grandes Marcas Fazem?

Empresas como Nike, Coca-Cola, etc..., têm presença forte nas redes sociais, mas também têm sites próprios. Muitas plataformas de marketplace, inclusive, exigem que você tenha um site para vender nelas, como Mercado Livre e Shoppe.

E a Logística? Cuidado Para Não Queimar a Marca

Um alerta importante: não adianta atrair clientes se você não consegue entregar o que promete. Antes de investir pesado em marketing digital, planeje bem sua logística, estoque e capacidade de entrega. Crescer rápido demais, sem estrutura, pode prejudicar sua reputação.

Conclusão

Redes sociais atraem e engajam. O site converte e fideliza. Se você quer construir uma marca forte e vender com profissionalismo, não escolha entre um ou outro — tenha os dois. Eles se complementam e formam a base de uma presença digital eficaz e duradoura.

Artigo de João Luis Fonseca

A Inteligência Artificial Vai Substituir o Ser Humano?

(1º TEXTO PARA BLOG INSTITUCIONAL PELA IA CHATGPT, 2º REVISADO POR ELE E O 3º O ORIGINAL)

Por João Luis Santana – Web Designer e Diagramador desde 2002

Vivemos uma era marcada por transformações profundas e aceleradas. O avanço da Inteligência Artificial (IA) está revolucionando a maneira como produzimos, consumimos e interagimos, tanto no mercado quanto na sociedade. Mas a grande pergunta que paira no ar é: será que a IA vai mesmo substituir o ser humano?

Substituição: um processo já em andamento

Ao longo da história, sempre que surgiram novas tecnologias, funções humanas foram sendo substituídas. O cavalo cedeu lugar ao carro; a carta, ao e-mail; e, atualmente, tarefas antes realizadas por pessoas são automatizadas por sistemas digitais.

Nos supermercados, caixas de autoatendimento se tornaram comuns. Ônibus circulam sem cobradores. O dinheiro físico perde espaço para cartões e pagamentos via smartphone. A automação avança, silenciosa e constante, eliminando intermediários humanos.

Mas a IA vai além: ela não apenas executa, mas aprende, interpreta e cria. E é nesse ponto que o impacto se torna ainda mais profundo e transformador.

Meu olhar como profissional de design

Atuo como designer gráfico e web desde 2002 e, ao longo dessas duas décadas, pude vivenciar de perto essa transição. Hoje, consigo desenvolver uma campanha publicitária praticamente sozinho, com o apoio de ferramentas baseadas em IA.

Preciso de um texto? Utilizo plataformas como o ChatGPT e escolho o tom — institucional, emotivo ou cômico — recebendo diversas opções bem estruturadas. Preciso de uma imagem? Recorro ao Canva, que sugere composições visuais alinhadas ao conteúdo, também com base em IA.

O que antes demandava a colaboração de vários profissionais, agora pode ser feito por uma única pessoa, desde que tenha o conhecimento básico e saiba usar as ferramentas certas.

Profissões em transformação

Será que todas as profissões estão ameaçadas? Não exatamente. Mas muitas delas estão sendo redimensionadas, otimizadas ou reduzidas.

Empresas que antes mantinham equipes inteiras agora operam com um número muito menor de colaboradores, automatizando uma parte significativa das tarefas com o auxílio da IA. Quem não acompanhar essa transformação corre o risco de se tornar obsoleto. E digo isso com a experiência de quem está vivendo esse processo, e não apenas fazendo uma previsão teórica.

O interesse real das empresas

Por trás do discurso bonito sobre "democratizar o acesso à tecnologia" ou "facilitar a vida das pessoas", o verdadeiro objetivo das empresas ao adotar IA é bem direto: reduzir custos e aumentar a eficiência.

Bancos, companhias aéreas, indústrias, varejo e instituições financeiras investem pesado em IA não apenas para inovar, mas para automatizar processos, substituir mão de obra e eliminar gargalos operacionais.

A consequência? Um aumento no desemprego em determinadas áreas e a concentração das oportunidades em poucos profissionais altamente qualificados — aqueles que dominam o uso estratégico da Inteligência Artificial.

O futuro: especialização ou exclusão?

Será que um robô pode substituir um médico, um advogado ou um chef de cozinha? Parcialmente, sim. Não estamos falando de uma substituição total, mas de uma redução significativa e da valorização de quem souber trabalhar com as novas tecnologias.

Hoje, a IA já é capaz de:

  • Diagnosticar doenças com base em exames.
  • Criar argumentos jurídicos analisando jurisprudências.
  • Identificar aromas e sugerir receitas personalizadas. 

Ou seja, tarefas que exigem conhecimento técnico podem ser realizadas, ao menos em parte, por sistemas inteligentes. Quem dominar essas ferramentas terá um diferencial competitivo enorme. Quem ignorar... ficará para trás.

Conclusão: substituídos ou complementados?

A substituição completa do ser humano em todas as áreas pode não acontecer, mas o papel do profissional já está mudando — e de forma acelerada.

A IA não veio apenas para auxiliar, mas para transformar. Não é mais sobre o futuro: é sobre o presente.

A melhor forma de garantir relevância no mercado é se adaptar, aprender e usar a IA como aliada, e não como ameaça. No final das contas, a IA não é melhor nem pior do que nós — apenas mais rápida, incansável e altamente eficiente.

E quem souber trabalhar ao lado dela estará sempre um passo à frente.

 

2º TEXTO - REVISADO PARA PROFISSIONAL CHAT GPT

A Inteligência Artificial Vai Substituir o Ser Humano?

Por João Luis Santana – Web Designer e Diagramador desde 2002

Vivemos uma era de transformações profundas. O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem provocado mudanças significativas nas formas de produzir, consumir e interagir — tanto no mercado quanto na sociedade. Mas a grande pergunta que paira no ar é: a IA vai substituir o ser humano?

A resposta, embora complexa, pode começar com uma analogia simples: assim como o cavalo foi substituído pelo carro, e a carta pelo e-mail, a substituição do trabalho humano por sistemas automatizados já está em curso — e a IA é apenas o próximo passo dessa evolução.

Substituição: Um Processo em Andamento

A substituição de funções humanas por tecnologias não é novidade. Supermercados já utilizam caixas de autoatendimento. Ônibus circulam sem cobradores, e o dinheiro físico está dando lugar aos cartões e pagamentos via smartphone. Tudo isso elimina intermediários humanos e transfere funções para sistemas digitais.

Mas a IA vai além: ela não apenas executa tarefas mecânicas — ela aprende, interpreta e cria. E é aí que o impacto se torna mais profundo.

A Prática no Dia a Dia

Como profissional de design gráfico e web desde 2002, vivenciei de perto essa transição. Hoje, posso desenvolver uma campanha publicitária inteira com o apoio de ferramentas baseadas em IA. Preciso de um texto? Utilizo plataformas como o ChatGPT. Escolho o tom — institucional, emotivo ou cômico — e recebo diversas opções, refinadas e bem estruturadas. Preciso de uma imagem? Recorro ao Canva, que também emprega IA para sugerir composições visuais alinhadas ao conteúdo.

O que antes demandava o trabalho de diversos profissionais, hoje pode ser executado por uma única pessoa, com conhecimento básico e ferramentas adequadas.

Profissões em Transformação

Isso significa que todas as profissões serão extintas? Não. Mas muitas serão redimensionadas, otimizadas ou reduzidas. Empresas que antes mantinham equipes inteiras hoje operam com um número muito menor de pessoas, automatizando grande parte das atividades com IA.

A verdade é que quem não acompanhar essa mudança corre o risco de se tornar obsoleto. E falo isso com a consciência de quem está dentro do processo — não como uma previsão vaga.

O Interesse das Empresas: Redução de Custos e Eficiência

Por trás do discurso otimista sobre “facilitar a vida das pessoas” ou “democratizar o acesso à tecnologia”, o principal objetivo das empresas ao adotar IA é simples: reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Bancos, companhias aéreas, indústrias, varejo e instituições financeiras utilizam a IA não apenas para inovar, mas para automatizar, substituir mão de obra e eliminar gargalos humanos. A consequência? Desemprego em massa em várias áreas e a concentração das oportunidades em poucos profissionais altamente qualificados — os que dominam o uso da IA.

O Futuro: Especialização ou Exclusão

Será que um robô poderá substituir um médico, um advogado ou um chef de cozinha? A resposta é: parcialmente, sim. Não se trata apenas de substituição total, mas de redução e filtragem. Em vez de centenas de profissionais, as empresas terão alguns poucos especialistas com domínio das tecnologias que fazem o trabalho de muitos.

A IA já é capaz de diagnosticar doenças com base em exames, criar argumentos jurídicos com base em jurisprudências e até identificar aromas e propor receitas com base em preferências do consumidor.

Quem dominar essas ferramentas terá um diferencial competitivo. Quem ignorar, ficará para trás.

Conclusão: Seremos Substituídos ou Complementados?

A substituição completa do ser humano pode não acontecer em todos os setores, mas é inegável que o papel do profissional está mudando rapidamente. A IA não veio apenas para auxiliar — ela veio para transformar. Não estamos mais falando do "futuro". Estamos vivendo o processo agora.

A melhor maneira de garantir relevância é se adaptar, aprender e usar a IA como aliada — não como ameaça. Porque, no fim das contas, a IA não é melhor ou pior do que nós. Ela apenas é mais rápida, incansável e altamente eficiente. E quem souber trabalhar com ela estará um passo à frente. 

 

3º TEXTO - "ORIGINAL" 

A IA (Inteligência Artificial) substituirá o homem?

Assim como o cavalo foi substituído pela moto, e a carroça pelo carro… por que não a IA substituir o ser humano também? Não precisamos ir tão longe: as máquinas já vêm nos substituindo há tempos. Então, por que não a Inteligência Artificial?

Esse questionamento me lembra o clássico dilema: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Considerando que a galinha é feita de células — chamadas, muitas vezes, de “ovos” pelos químicos —, podemos pensar que a célula veio antes da galinha. Eis aí o mistério que pairava sobre a humanidade, revelado. Pelo menos para quem pensa como eu.

Hoje, entramos em supermercados onde já existem caixas automáticos substituindo humanos. Basta escanear o código de barras, e pronto — nada de contato com um atendente. O mesmo está acontecendo com os ônibus: primeiro retiraram os cobradores, transferindo toda a responsabilidade ao motorista. Mas por que o cobrador está sumindo? Porque o dinheiro em papel está sendo substituído pelo cartão, que está sendo substituído pelo celular — que apenas escaneia o código e pronto.

E aí, a IA vai substituir o homem? E por quê?

Antes de responder, deixo uma dica: no final deste artigo, vou colocar o link de um site com a história da IA — desde seu surgimento até a evolução atual. Mas vamos direto ao ponto: primeiro, precisamos entender o significado da palavra “substituir”: suprir, compensar, remediar, preencher, prover, corrigir, atenuar, anular, neutralizar.

Peguei essa definição do Google — ou seja, usei a IA para responder algo que eu poderia ter respondido sozinho. Nesse caso, minha inteligência não foi "original", mas sim "artificial". Ou seria “semi-artificial”? Tipo aquela expressão "inveja branca"? Adoro essa também… mas isso é assunto para outro texto.

1 – A IA irá substituir o homem?

Já respondi, de certa forma, ao usar o Google. Mas pense comigo: quero criar um folder com uma chamada inteligente e emocional para vender um produto. Primeiro, crio uma ideia básica (daquelas repetidas, estilo “copia e cola”) e jogo no ChatGPT. Ele me pergunta se quero um texto institucional, emotivo ou cômico, e me dá a opção de escolher o tom ideal. Escolho um institucional com uma pitada de emoção — para tocar o cliente, mas de forma profissional.

A IA me dá várias opções, ainda sugere ideias novas. Uau! O texto ficou melhor do que se fosse escrito por Carlos Drummond de Andrade. E tem um toque de Drummond ali? Claro! A IA tem “conhecimento” todos os livros dele, conhece seus pensamentos e tudo mais. Até se ele perdeu o ônibus em tal dia, em tal entrevista, a IA sabe.

Texto pronto. Agora, preciso da imagem. Entro no Canva — porque ainda não gostei das imagens geradas aqui, no ChatGPT, que ainda está aprendendo com todas as ideias, inclusive a minha. Como sou esperto, uso o Canva, que já está há mais tempo no mercado de imagens e também usa IA.

Colo o texto gerado pelo ChatGPT no Canva, e ele me dá uma imagem que até Van Gogh ficaria com inveja. Melhor que aquelas artes distorcidas dele, com todo respeito. Pronto: aprovo e mando para a gráfica.

Lá, o diagramador do outro lado do mundo, que já está com os dias contados porque a empresa cogita demiti-lo (afinal, ele mesmo já usa IA e cria pouca coisa inédita), manda para a impressora — que também usa IA. E tudo isso aconteceu porque eu, querendo economizar, preferi “fazer tudo sozinho” e não pagar o diagramador.

Pessoal, sou diagramador e web designer desde 2002. Falo com propriedade. Não estou dizendo que o diagramador é obsoleto — estou dizendo que eu estou me tornando obsoleto. Como web designer também, porque já existem IAs criando sites. Ainda não são os melhores, mas é só questão de tempo.

E aí está: o profissional sendo, sim, substituído. Mas espera… fui eu quem deu a ideia, mesmo batida, e a IA fez o resto. Até quando ela vai precisar de mim para gerar o que já sabe?

Por isso digo: a IA não vai substituir os 10 profissionais da gráfica. Vai restar um — talvez um profissional para cuidar da operação toda. E o ônibus? Em breve nem motorista vai precisar.

2 – E por quê?

A ideia das empresas que adotaram a IA — principalmente nos últimos 10 anos — é clara. Não é por amor à humanidade. É por redução de custos. Bancos, indústrias, companhias aéreas... praticamente tudo que usamos. A desculpa é sempre a mesma: “facilitar o acesso”, “trazer tecnologia para o bem”, “otimizar processos”. Mas a real motivação é simples: gastar menos e lucrar mais.

E prepare-se: o mundo vai escancarar isso com um desemprego em massa. A IA veio para substituir, cortar mão de obra, reduzir gastos — sem precisar pagar salário, férias ou benefícios.

Alguns ainda insistem: “a IA nunca vai substituir o ser humano”. Mas quem vive de cópia e cola já está sendo substituído. E vai ser cada vez mais. O que hoje faço como humano — uma busca, uma pesquisa para gerar algo —, a IA vai fazer sozinha amanhã. Quando robôs tiverem visão mais precisa que um gênio, tato mais sensível que o de uma pessoa com deficiência visual, força de atleta e paciência de freira… quem nos garante que não seremos deixados para trás?

E o pior: já há quem prefira ser atendido por uma máquina do que por um humano arrogante e impaciente.

Essa substituição pode ser analisada em todas as profissões: médicos, advogados, juízes. A IA talvez não substitua todos, mas vai reduzir o número necessário em cada função. De mil, sobrará meia dúzia. Quem souber dominar o inusitado, só esse irá se diferenciar.

Você acha impossível um robô dosar o tempero exato de um prato, melhor que um chef de cozinha? Para mim, é questão de tempo. Até o aroma, a IA vai captar com mais precisão que o nosso nariz.

Conclusão

Essa é minha visão — João Luis Santana, web designer e diagramador desde 2002. Vivo, observo e questiono tudo ao meu redor. E não me deixo levar por conteúdos vazios, "jogados ao léu", por inteligências “originais”.

Muitos acreditam em tudo o que leem ou veem, sem buscar saber o que é fato ou fake. E a IA já sabe diferenciar isso melhor do que muita gente. Enquanto alguns defendem cegamente o que ouviram de um influencer (que provavelmente usou IA para montar seu discurso), seguimos sendo substituídos.

Hoje, para ser influencer, basta saber falar — ou ser cativante o suficiente para vender ideias que, muitas vezes, nem são suas. Foram geradas por uma inteligência artificial. 

 

Por João Luis Fonseca e IA

 

Quarta, 21 Mai 2025 12:20

Cidade Colorida

Essa crônica é onde tudo começou. Por ela nasceram dezenas de crônicas, formando por fim o livro Cidade Colorida, que retratam os costumes do povo da sua cidade natal, mas de uma forma cômica, irreverente, com uma grande pitada de ironia e um humor as vezes tragicômico.
A Crônica Cidade Colorida foi publicada na década de 90 no jornal Na Ballada e seu sucesso levou um pintor a fazer um desenho na parede do quarto de sua filha recém-nascida, inspirada na crônica, mas não é esse desenho da capa, pois todas as crônicas animadas disponíveis na Amazon e que fazem parte do livro, são de altenticidade do autor, que também é webdesigner, diagramador gráfico e editor de vídeos animados.

Quarta, 21 Mai 2025 12:17

Maria Fumaça

Maria Fumaça é uma das dezenas de crônicas do livro Cidade Colorida do autor João Luis Santana e se apresenta por meio de um lindo texto lírico, no qual o personagem atravessa o tempo de sua vida em uma simples visão, mas belíssima e chea de detalhes, que o leva a se reencontrar com a sua infância e toda beleza da sua cidade e o que ela lhe proporcionou num período da sua vida.
Essa crônica foi publicada na primeira página do Entrerios Jornal na década de 90, proporcionando tanto sucesso, levando o autor a escrever Maria Fumaça II.

Quarta, 21 Mai 2025 12:12

Vida em Rima Zézozefina

Vida em rima Zézozefina conta a história de um nordestino que passa todas as dificuldades da realidade da Caatinga do Nordeste, com 17 filhos e 3 mulheres, mas que perante a tudo e a todos, é tão feliz, que por onde passa leva felicidade com seu jeito e sua forma de falar em rima. Mas devido a isso é tratado como maluco e isso o incomoda tanto, que um dia meio ao sertão, ele encontra Pai de Cícero e reclama sua dor. Ou melhor, sua alegria.

Essa crônica foi criada pelo autor João Luis Santana quando tinha 17 anos e no curso de teatro, quando seu professor lhe pediu um monólogo, em vez de selecionar um de algum autor, escreveu e entregou ao professor.

Essa é uma crônica adaptada de um monólogo.

Segunda, 17 Março 2025 15:00

Chapéu de Praia Feminino Vermelho R$ 30,00

Lindo Chapéu Feminino de Praia.

Tamanho Único.

Cor Vermelho.

Com cordão em detalhes.

Segunda, 17 Março 2025 14:59

Chapéu de Praia Feminino Bege R$ 30,00

Lindo Chapéu Feminino de Praia.

Cor Bege Claro.

Tamanho Único.

Detalhe em Conchas do Mar.